Mãe e filha estavam dormindo mas acordaram por causa da fumaça.

Moradores ajudaram a apagar o incêndio na madrugada desta quinta-feira (30).

Ninguém ficou ferido.

Incêndio destrói casa após curto-circuito em carregador de celular em São Pedro da Aldeia Uma casa pegou fogo e ficou completamente destruída no bairro da Colina, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio, na madrugada desta quinta-feira (30).

O incêndio teria começado por volta das 3h depois que um carregador de celular que estava conectado na tomada entrou em curto-circuito.

No momento do incêndio, a dona da casa, Gisele Gago, e a filha mais nova estavam dormindo e acordaram com o fogo e com a fumaça.

A filha mais velha e o pai das crianças estavam na casa da sogra de Gisele, que fica perto da casa incendiada. Incêndio destruiu completamente casa em São Pedro da Aldeia, no RJ Barbara Pinheiro/arquivo pessoal A cunhada de Gisele conversou com o G1 e contou que ela ainda está muito abalada.

"Nem deu tempo de chamar os bombeiros.

Ela gritou por ajuda na janela do quarto.

O marido e a filha escutaram e foram prestar socorro.

Os vizinhos ajudaram.

Tiveram que arrombar a porta e passar pelo fogo pra tirar elas de lá", contou Barbara Pinheiro. Incêndio em São Pedro da Aldeia teria começado por causa de um carregador conectado na tomada Barbara Pinheiro/arquivo pessoal As chamas destruíram todos os móveis da casa, quebraram as telhas e os pisos.

Apesar da grande perda material, a família comemora que todos saíram sem ferimentos. "[É preciso ter] Amor por pessoas e não por coisas.

A casa já foi lavada mas o cheiro e os vestígios do fogo são muitos", disse a cunhada.

A casa é pequena, com apenas quatro cômodos, e não deu para salvar nenhum. A família agora precisa de doações para tentar se reerguer.

"Qualquer tipo de ajuda.

Uma cama usada, roupa usada, um fogão.

O principal é a casa, que vai precisar de uma ajuda.

O telhado se quebrou, o piso estufou, os fios queimaram quase todos".

Quem puder e quiser ajudar, pode entrar em contato pelos telefones: Barbara (22) 99905-1194 ou Kailane (22) 99706-3194. O G1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o caso está sendo investigado e aguarda o retorno. Veja outras notícias da região no G1 Região dos Lagos.